O passo a passo de registro de marcas no INPI não mudou entre 2025 e 2026 e segue sete etapas fixas: pesquisa, classe, taxa (GRU), protocolo, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e certificado. A parte que quem está em Florianópolis precisa entender de cara é que a proteção começa no protocolo, em questão de dias, enquanto o certificado final depende da fila de exame do INPI, contada em meses.
Separar protocolo de certificado evita a confusão mais repetida sobre o tema: achar que registro de marca demora anos e, por isso, adiar o pedido. O prazo longo é o do certificado, puxado pela fila de exame do INPI (o número exato de meses você confere em gov.br/inpi); a proteção contra uso indevido do nome já vale desde o protocolo, ainda na primeira semana. O guia completo de registro de marca em Florianópolis mostra as sete etapas em detalhe.
Por que isso importa agora em Florianópolis
Isso pesa de verdade pra quem sobe num palco do Centrosul durante a Startup Summit Week, de 19 a 29 de agosto de 2026: dá pra protocolar a marca semanas antes do evento e chegar já protegida diante dos 250 fundos de investimento esperados, mesmo sabendo que o certificado com o símbolo ® só vai sair meses depois, na fila normal do INPI.
Perguntas frequentes
O passo a passo do INPI mudou de 2025 pra 2026? Não. As sete etapas e o sistema e-Marcas continuam os mesmos; o que costuma mudar de ano pra ano é o valor da taxa na tabela de GRU, sempre conferido em gov.br/inpi.
Preciso esperar o certificado sair pra usar a marca com segurança em Florianópolis? Não. A proteção legal conta a partir da data do protocolo, não da data do certificado, que é só o documento final de um direito que já existe antes.
Quer saber quantas semanas separam o protocolo do dia em que sua marca aparece diante de investidores? A pesquisa de viabilidade da Oneck é gratuita e é o primeiro passo antes de qualquer prazo começar a contar, evitando pagar a taxa do INPI de novo por um indeferimento. Falar com a Oneck →



