Pesquisar é mais que digitar o nome numa busca e ver se aparece alguma coisa. Para marca, pesquisar significa avaliar semelhança gráfica e fonética dentro da classe certa de atividade. Para patente, significa uma busca de anterioridade técnica bem mais funda, normalmente conduzida por quem tem experiência em propriedade industrial, tarefa que foge do escopo de uma tarde livre de pesquisa amadora.
A consulta rápida no INPI mostra se um nome ou uma invenção aparecem na base; ler o que esse resultado significa de fato, risco de colisão, grau de semelhança, classe correta, ou, no caso de patente, se a novidade técnica se sustenta, é a etapa que separa quem faz pesquisa de quem só bateu o olho na tela. O artigo completo sobre consulta de marca no INPI em Florianópolis detalha essa diferença para quem está lidando com nome de marca, que é o caso da maioria.
Florianópolis soma mais de 550 empresas de tecnologia e um distrito de inovação, o Sapiens Parque, com meta de reunir mais de 400 empresas e 25 mil empregos na região em dez anos. Numa cidade assim, convivem lado a lado a startup de hardware cujo diferencial é um processo técnico, candidata real a pesquisa de patente, e a pousada, o restaurante ou a agência de turismo cujo diferencial é o nome, para quem a pesquisa de marca já resolve tudo o que precisa ser resolvido.
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