Quem pesquisa "registro de marcas taxas" no plural já percebeu algo importante: não existe uma taxa única. São pelo menos três pagamentos ao longo da vida da marca, um no protocolo do pedido, outro na concessão, e um terceiro dez anos depois, na prorrogação, se você quiser manter o registro ativo. Em Florianópolis, isso importa especialmente pra quem planeja a empresa em ciclos longos, não só no primeiro ano de operação.
As duas primeiras taxas compõem a GRU, cobrada pelo INPI no protocolo e de novo na concessão, com desconto pra MEI, ME/EPP e pessoa física. A terceira só aparece dez anos depois: o registro de marca tem prazo de validade e precisa ser prorrogado periodicamente pra continuar valendo, com taxa própria pra isso. Quem calcula só a primeira parcela costuma se surpreender lá na frente, principalmente quando a empresa já cresceu e o valor da prorrogação chega junto com outras contas de um negócio maior. O guia completo sobre o custo de registrar marca em Florianópolis detalha o cálculo inteiro, incluindo o honorário de quem cuida do processo do início ao fim.
O Sapiens Parque, distrito de inovação no norte da ilha, tem meta declarada de reunir mais de 400 empresas e 25 mil empregos na região em dez anos, exatamente o horizonte de tempo em que a primeira prorrogação de marca bate na porta de quem registra hoje. Empresa que nasce dentro desse plano de longo prazo devia tratar a taxa de prorrogação como parte do planejamento financeiro, não como surpresa de calendário.
A Oneck acompanha o processo do protocolo até a concessão, pra você entender desde o início quais taxas ainda vêm pela frente, inclusive a prorrogação lá na frente. A pesquisa de viabilidade inicial é gratuita, e é o primeiro passo pra não pagar a GRU duas vezes por causa de um indeferimento que dava pra evitar. Falar com a Oneck →



