Dá pra andar bastante sem gastar nada: a pesquisa de viabilidade no INPI é grátis, a orientação sobre qual classe usar também é, e isso vale pra qualquer negócio nascendo em Florianópolis. O ponto em que o dinheiro entra é o protocolo do pedido, quando a taxa de depósito passa a ser obrigatória, com desconto pra quem se enquadra ou taxa cheia pra quem não se enquadra. Depois desse ponto não existe mais etapa gratuita no caminho.
O roteiro gratuito tem ordem certa. Primeiro vem a pesquisa de viabilidade, que mostra se o nome está livre e em qual classe ele se encaixa; depois a checagem de enquadramento, que confirma se você tem direito ao desconto de até 50% na taxa (MEI, ME/EPP, pessoa física ou instituição de ensino); só então entra o protocolo, que já cobra a GRU. Pular a primeira etapa pra economizar tempo é o erro mais comum, porque um indeferimento por classe errada custa a taxa inteira de novo. O guia completo de registro de marca grátis em Florianópolis detalha os critérios de cada enquadramento.
Florianópolis tem PIB per capita de R$ 58.059,37 (IBGE, 2023) e mais de 587 mil habitantes (IBGE, estimativa 2025), uma economia grande o bastante pra abrigar desde o microempreendedor individual recém-aberto até empresa de porte médio, muitas vezes na mesma rua. O tamanho da cidade não muda o roteiro: seja o negócio um MEI de poucos meses ou uma operação consolidada da capital catarinense, o caminho gratuito é o mesmo até o protocolo, e a taxa que vem depois segue a mesma tabela nacional do INPI.
Antes de decidir sozinho qual classe usar só pra economizar a etapa gratuita, vale confirmar com quem já viu esse erro dar em indeferimento. A pesquisa de viabilidade da Oneck é gratuita e evita que você pague a taxa do INPI duas vezes por um detalhe que dava pra checar antes de protocolar. Falar com a Oneck →



