Registro de marcas, no plural, é a situação de quem precisa proteger mais de um nome ao mesmo tempo: o nome da empresa, o nome do produto ou app, às vezes até uma submarca de linha. Em Florianópolis isso é rotina entre startups do Sapiens Parque, porque cada nome vira um processo separado no e-Marcas, com pesquisa, classe e taxa próprias, mesmo quando os dois nascem do mesmo CNPJ.
Cada marca segue as mesmas sete etapas descritas no guia completo de como fazer registro de marca em Florianópolis: pesquisa, classe, GRU, protocolo, exame formal, exame de mérito e certificado. A diferença é só de escala, não de caminho. Quem tenta economizar juntando dois nomes num pedido só costuma se arrepender, porque o INPI examina marca por marca, e um nome fraco pode arrastar o outro pra dentro do mesmo indeferimento se estiverem amarrados errado desde a classe.
Mais de 550 empresas de tecnologia operam em Florianópolis e respondem por cerca de 25% do PIB municipal, boa parte delas articulada em torno da ACATE, que reúne mais de 1.500 empresas associadas em Santa Catarina, e do Sapiens Parque, o distrito de inovação que já reuniu R$ 30 milhões de aporte público e mais de R$ 150 milhões em investimento privado. É comum uma startup desse ecossistema batizar o produto com um nome e manter a razão social com outro, e as duas coisas precisam de registro próprio pra não deixar metade da proteção pelo caminho justo na hora de negociar com investidor de fora.
Antes de decidir quantos nomes valem registro e em que ordem protocolar, vale saber se algum deles já esbarra em algo parecido no INPI. A pesquisa de viabilidade é gratuita pra cada nome e evita pagar a taxa duas vezes por um indeferimento que dava pra prever antes de protocolar. Falar com a Oneck →



