Florianópolis

INPI: quanto custa registrar marca em Florianópolis (e o que ninguém soma)

17 de setembro de 20262 min de leitura
INPI: quanto custa registrar marca em Florianópolis (e o que ninguém soma)

Quanto custa registrar marca no INPI tem resposta em duas partes conhecidas: a taxa oficial (GRU, com desconto pra MEI, ME/EPP e pessoa física) e o honorário de quem conduz o processo. Só que tem uma terceira conta que a maioria só descobre depois de errar: o custo de fazer tudo de novo quando o pedido é indeferido, porque a GRU paga não volta.

Pesquisa malfeita ou classe escolhida errado são os dois motivos mais comuns de indeferimento, e nenhum dos dois aparece na conta inicial de "quanto custa". É por isso que o honorário de quem cuida do processo existe: cobre justamente esse trabalho de checagem antes de protocolar, não só o preenchimento de formulário. O guia sobre quanto custa registrar marca em Florianópolis detalha a soma completa, taxa mais honorário, com todos os valores explicados.

Florianópolis tem 159 mil empresas ativas segundo a Jucesc (fevereiro de 2025), o maior número entre os municípios catarinenses. Quanto mais negócio ativo numa cidade, maior a chance de já existir um nome parecido, na escrita ou no som, dentro do mesmo ramo, e nome parecido é motivo de indeferimento tanto quanto nome idêntico. Com 20 anos de mercado e mais de 500 marcas levadas do protocolo ao certificado, a Oneck já viu esse erro se repetir o suficiente pra saber que ele custa caro justamente por parecer barato de evitar, principalmente numa cidade com esse volume de empresa disputando nome parecido.

Antes de protocolar, vale confirmar se o nome está mesmo livre na sua classe, e não só no Instagram ou no Google. A pesquisa de viabilidade no INPI é gratuita, e é o jeito mais direto de não pagar a GRU duas vezes pelo mesmo pedido. Falar com a Oneck →

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