O valor pra registrar uma marca em Florianópolis muda principalmente conforme o número de classes de atividade que o pedido cobre: cada classe da tabela de Nice soma uma taxa extra do INPI, então negócio que atua em mais de uma frente paga mais do que quem protege um único ramo. Some a isso o honorário de quem conduz o processo, que na Oneck fica entre R$ 1,8 mil e R$ 3,5 mil pro registro completo, do mesmo jeito em Florianópolis ou em qualquer outra cidade do Brasil.
A conta tem duas camadas fixas, taxa do INPI e honorário, e uma variável, que é justamente o número de classes escolhidas. Startup que vende software, presta consultoria e ainda dá treinamento, por exemplo, pode precisar proteger três classes diferentes, e cada uma soma uma nova GRU no orçamento. Escolher classe de menos deixa brecha pra concorrente usar o nome num ramo próximo; escolher de mais infla o valor sem necessidade real. O honorário também acompanha um pouco essa complexidade, mas o grosso da diferença de valor vem mesmo da taxa oficial multiplicada pelo número de classes. O guia completo sobre quanto custa registrar uma marca detalha como funciona essa tabela e o resto da conta.
O cenário local
Florianópolis reúne mais de 550 empresas de tecnologia, respondendo por cerca de um quarto do PIB municipal, segundo dado da Secretaria Municipal de Tecnologia e Inovação. É um perfil de negócio que raramente cabe numa classe só: quem desenvolve software, atende outras empresas como cliente e ainda oferece treinamento ou suporte técnico geralmente precisa registrar a marca em mais de uma classe pra cobrir o que de fato vende no dia a dia.
Antes de fechar o número de classes e o valor final, vale confirmar se o nome está livre no INPI. A pesquisa de viabilidade é gratuita e evita que a empresa pague a GRU de novo por causa de um pedido indeferido. Falar com a Oneck →



