Fazer o pedido sozinho custa só a taxa do INPI, sem o honorário de quem conduz o processo, mas o custo real aparece se o pedido é indeferido por erro de classe ou de pesquisa, porque aí a taxa se paga de novo. Em Santa Bárbara d'Oeste, empresa que já roda produção ou operação sem tempo sobrando pra aprender o sistema do INPI na marra costuma sair perdendo ao tentar economizar o honorário.
O custo de fazer sozinho é só a GRU, a taxa do INPI, sem honorário nenhum. O risco aparece depois: a pesquisa de viabilidade e a escolha da classe certa são os dois pontos onde mais pedido cai, e um indeferimento manda pagar a GRU inteira de novo, do zero, numa segunda tentativa que podia ter sido a primeira. O honorário existe justamente pra cobrir isso: pesquisa, classe e acompanhamento até o certificado. Em 20 anos de Oneck e mais de 500 marcas registradas, erro de classe é o motivo de indeferimento que mais se repete, feito sozinho ou com ajuda de quem nunca fez isso antes. As duas partes dessa conta, taxa e honorário, estão detalhadas no guia completo sobre quanto custa registrar marca em Santa Bárbara d'Oeste.
A ACISB, associação comercial e industrial de Santa Bárbara d'Oeste, promove com o Sebrae-SP o "Conexão 4.0", encontro voltado a ensinar o próprio varejo local a usar inteligência artificial na gestão e nas vendas. É um sinal de que a cidade tem apetite por fazer coisa nova por conta própria, o que é ótimo pra gestão do dia a dia, mas pesa diferente quando o "fazer sozinho" é um pedido no INPI que só tem uma chance de sair certo sem pagar a taxa outra vez.
Pagar a GRU pela segunda vez, depois de um indeferimento, custa mais do que qualquer honorário que se tentou economizar. Peça a pesquisa de viabilidade gratuita antes de decidir se vale fazer sozinho. [Falar com a Oneck →]



