O passo a passo do INPI tem sete etapas, mas cada uma tem um ritmo diferente: pesquisa e definição de classe são rápidas (dias, se feitas com cuidado), o protocolo já garante prioridade quase na hora, e o exame de mérito, esse sim, é o gargalo, levando meses porque depende da fila do INPI. Empresa de Santa Bárbara d'Oeste que precisa fechar contrato ou lançar produto numa data certa faz bem em separar essas duas velocidades antes de prometer prazo pra ninguém.
Na ordem: pesquisa de viabilidade, enquadramento na Classificação de Nice, emissão e pagamento da GRU, protocolo no e-Marcas (proteção começa aqui), publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e concessão do certificado. O prazo exato da fila de exame muda com o tempo e se confirma em gov.br/inpi, mas o padrão se mantém: dias pra ficar protegido, meses pra ter o papel final na mão. O guia completo, com o detalhe de cada etapa, está em como fazer registro de marca em Santa Bárbara d'Oeste.
Por que o prazo pesa mais numa cidade de cadeia produtiva
Santa Bárbara d'Oeste sedia unidades de Romi, Goodyear e Denso, além de um tecido extenso de pequenas e médias indústrias de autopeças e metal-mecânica, setor que responde por 30,5% do valor adicionado bruto do município (IBGE, 2021). Empresa que fornece pra montadora costuma ter prazo contratual apertado, e o nome da marca ou da linha de produto muitas vezes precisa estar protegido antes de entrar num catálogo de fornecedor homologado. Esperar o certificado final pra usar o nome comercialmente perde tempo à toa: a proteção já vale desde o protocolo.
Não perca prazo nem taxa
Depois de mais de 500 marcas levadas do protocolo ao certificado em 20 anos de INPI, a Oneck sabe onde o processo trava e como evitar isso. A pesquisa de viabilidade é gratuita, e é o passo que evita pagar a taxa do INPI de novo por causa de um indeferimento que dava pra ter previsto. [Falar com a Oneck →]



