Registrar marca no INPI de graça não existe, e isso vale pra qualquer negócio de Santa Bárbara d'Oeste: a taxa oficial, a GRU, é obrigatória pra protocolar o pedido, embora tenha desconto significativo pra MEI, ME/EPP e pessoa física. O que é gratuito, sim, é a pesquisa de viabilidade, a etapa que confirma se o nome está livre antes de gastar qualquer centavo com a taxa.
Essa confusão nasce porque duas coisas diferentes recebem o mesmo apelido de "grátis". Consultar se o nome existe no INPI custa zero e pode ser feito por qualquer pessoa, direto no e-Marcas. Já protocolar o pedido, correndo pra virar registro de verdade, exige o pagamento da GRU, com valor variando pelo perfil de quem pede. Anúncio de "registro 100% de graça" costuma esconder essa taxa dentro de um pacote maior, ou chamá-la por outro nome no contrato: ela existe, tem valor oficial fixado pelo INPI e precisa ser paga direto no e-Marcas. O guia completo de registro de marca em Santa Bárbara d'Oeste detalha as sete etapas e onde cada custo entra.
Por que isso pesa mais pras pequenas empresas da cidade
Santa Bárbara d'Oeste tem 55.493 pessoas ocupadas em empresas locais, e a indústria responde por 30,5% do valor adicionado bruto do município (IBGE, 2021), sinal de quanto negócio pequeno e médio de metal-mecânica, autopeças, têxtil e plástico movimenta a cidade. Pra esse perfil de empresa, o desconto de MEI e ME/EPP na GRU pesa direto no orçamento de quem está começando ou ainda opera enxuto, e vale conferir o enquadramento certo antes de protocolar.
A GRU tem valor fixo, e você paga ela direto no INPI, sem intermediário levando margem em cima. O que a Oneck faz sem cobrar nada é a etapa anterior a isso, confirmar se o nome está livre pra registro, sem compromisso de fechar depois, pra você não pagar essa taxa duas vezes por causa de um pedido que sai indeferido. [Falar com a Oneck →]



