Pra quem desenvolve um produto novo, pesquisar marca e patente funciona como duas buscas em paralelo, não uma coisa depois da outra: uma pra saber se o nome do produto está livre no e-Marcas, outra pra saber se o mecanismo ou processo por trás dele já foi patenteado por alguém. Empresa de Santa Bárbara d'Oeste que lança peça nova sem fazer as duas está correndo risco em dobro.
O caso mais comum é assim: a empresa batiza o produto, registra o domínio, imprime a embalagem, e só então descobre que o nome colide com marca já registrada no mesmo ramo, ou pior, que a tecnologia usada já tinha dono. Cada uma dessas buscas tem regra própria: a de marca olha semelhança gráfica e fonética dentro da classe; a de patente olha se aquela solução técnica já é conhecida (o que os examinadores chamam de "estado da técnica"). Pra entender a lógica da parte de marca com mais detalhe, o guia de consulta de marca no INPI em Santa Bárbara d'Oeste é o ponto de partida.
Isso conversa direto com o perfil industrial de Santa Bárbara d'Oeste, onde a indústria responde por 30,5% do valor adicionado bruto (IBGE, 2021) e o setor metal-mecânico e de autopeças convive lado a lado com fornecedores da mesma cadeia produtiva, muitos deles atendendo às mesmas montadoras. Nesse ambiente, lançar peça ou componente novo sem checar as duas bases é lançar sem saber se o mercado local já criou um cerco em torno daquele nome ou daquela solução.
A Oneck cuida da parte de marca com a mesma atenção de quem já conduziu mais de 500 registros em 20 anos de INPI, e orienta com clareza quando o seu caso também pede uma busca de patente. A pesquisa de viabilidade de marca é gratuita, e resolver isso antes de fabricar em escala evita pagar a taxa do INPI de novo por um pedido indeferido. [Falar com a Oneck →]



