Quem digita "pesquisa de registro de marcas e patentes" geralmente quer resolver duas dúvidas de uma vez, mas o INPI trata como coisas separadas. A pesquisa de marca roda no sistema e-Marcas e protege nome, logotipo e outros sinais que identificam um produto ou serviço; a pesquisa de patente roda no e-Patentes e protege uma invenção ou um processo técnico. Pra maioria dos negócios de Rio Claro, da fábrica de porcelanato ao MEI que nasce perto da UNESP, o que interessa primeiro é a marca: o nome com que o cliente vai te reconhecer no mercado.
O guia completo de consulta de marca no INPI em Rio Claro detalha o passo a passo dessa busca e o erro mais comum, que é considerar só nome idêntico e ignorar nome parecido no mesmo ramo. A patente entra em cena quando existe uma solução técnica nova por trás do produto, tipo um processo de fabricação ou um mecanismo, não o nome dele. Pra boa parte de quem procura esse termo, resolver a pesquisa de marca já cobre o que precisa ser protegido antes de lançar.
No polo cerâmico que Rio Claro forma com Santa Gertrudes e Cordeirópolis, essa distinção aparece na prática o tempo todo: uma fábrica pode ter um processo de esmaltação em fase de pedido de patente e, ao mesmo tempo, lançar uma coleção nova de porcelanato que só precisa da marca registrada. Das 8.117 empresas atuantes que Rio Claro tinha no último levantamento do IBGE (CEMPRE), a maioria nunca vai pedir patente, mas praticamente todas deveriam checar o nome no INPI antes de sair operando.
A Oneck confere de graça se o nome da sua marca está livre no INPI, sem custo e sem compromisso de fechar negócio depois. É o jeito mais barato de não pagar a taxa do INPI de novo por um pedido indeferido que dava pra prever. [Falar com a Oneck →]



