Piracicaba

Registro de marcas e patentes: consulta no INPI não para depois do pedido em Piracicaba

3 de outubro de 20262 min de leitura
Registro de marcas e patentes: consulta no INPI não para depois do pedido em Piracicaba

A consulta no INPI não é só a pesquisa que você faz antes de protocolar. Tem uma segunda parte que quase ninguém em Piracicaba acompanha: a Revista da Propriedade Industrial, a RPI, publicada toda semana pelo próprio INPI, onde aparecem os novos pedidos de marca e de patente. Um nome parecido com o seu pode surgir ali depois que você já protocolou, e se ninguém acompanhar, a chance de reagir a tempo desaparece.

O guia de consulta de marca no INPI em Piracicaba explica bem a etapa da busca inicial, antes do pedido. O que fica de fora ali, e que vale reforçar, é que o processo no INPI leva meses entre o protocolo e a concessão, e nesse intervalo terceiros podem se opor ao seu pedido ou você pode precisar se opor a um pedido parecido com o seu. Em 20 anos cuidando de registro no INPI, com mais de 500 marcas levadas do protocolo ao certificado, a Oneck viu repetidas vezes cliente que fez a consulta certinha antes, mas não monitorou depois e quase perdeu o nome pra um pedido posterior parecido.

Esse acompanhamento pesa mais em setores que nomeiam rápido, e Piracicaba tem justamente esse perfil no ecossistema de agtechs que orbita a ESALQ/USP: startup que sai de um laboratório de pesquisa agrícola costuma batizar produto e empresa quase junto, correndo pra fechar rodada, o que também acelera o ritmo de pedidos parecidos entrando no sistema do INPI dentro do mesmo nicho.

Se você já protocolou marca ou patente e nunca acompanhou a RPI depois, esse é o momento de conferir. É bem mais barato monitorar agora do que pagar a taxa do INPI de novo se um indeferimento tardio pegar você de surpresa. [Falar com a Oneck →]

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