O preço de registrar uma marca não muda porque a empresa é grande, e sim porque o perfil de quem pede muda: MEI, ME/EPP e pessoa física pagam taxa reduzida no INPI, o resto paga o preço cheio. É engano comum achar que negócio grande paga mais caro por ser grande; não existe essa régua na tabela do INPI, só a de porte pra fins de redução. Quem se enquadra errado no formulário perde a redução, mesmo tendo direito a ela, e só percebe o erro quando a taxa cheia já foi paga.
O valor exato da taxa está sempre atualizado em gov.br/inpi, porque a tabela muda com o tempo, e a ela se soma o honorário de quem conduz o processo, entre R$ 1,8 mil e R$ 3,5 mil na Oneck, cobrindo pesquisa de viabilidade, classe certa e acompanhamento até o certificado. O artigo completo sobre valor de registro em Piracicaba traz a conta completa, com o cenário do agro e da indústria local.
Piracicaba ilustra bem esse contraste de perfis: tem PIB per capita de R$ 104.770,09 (IBGE, 2023), 31ª posição entre os municípios do país, puxado por multinacionais como Caterpillar e Hyundai no parque metalmecânico; e tem também 17.061 empresas atuantes (IBGE, 2021), a maioria pequena e média, muitas delas elegíveis à taxa reduzida. Uma multinacional instalada na cidade paga o preço cheio da GRU; uma ME que fabrica peça pra essa mesma cadeia produtiva pode pagar bem menos, desde que enquadrada corretamente antes do protocolo. Com 20 anos de INPI e mais de 500 marcas registradas, a Oneck já viu o erro de enquadramento custar caro em situações que pareciam simples demais pra dar errado.
Antes de pagar qualquer preço, vale confirmar dois pontos: se o nome está livre no INPI e se o seu enquadramento dá direito à taxa reduzida. A pesquisa de viabilidade é gratuita na Oneck, e evita que você pague preço cheio por engano ou pague a GRU de novo por um pedido indeferido. [Falar com a Oneck →]



