Piracicaba

Como fazer registro de marcas e patentes em Piracicaba: dois pedidos, dois processos

30 de setembro de 20262 min de leitura
Como fazer registro de marcas e patentes em Piracicaba: dois pedidos, dois processos

Marca e patente são processos distintos dentro do INPI, cada um com rito, prazo e formulário próprios, sem ordem obrigatória entre eles. Em Piracicaba isso importa de perto pra quem sai da ESALQ/USP com uma agtech debaixo do braço: o nome da empresa ou do produto pede registro de marca; a tecnologia por trás dele, quando existe algo realmente inventivo, pede patente.

O registro de marca segue sete etapas: pesquisa de viabilidade, definição da classe, pagamento da GRU, protocolo no e-Marcas, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e concessão do certificado. A patente corre num rito próprio do INPI, separado, com exame técnico mais longo, porque analisa se a invenção é realmente nova, não se o nome está livre. Pra ver o passo a passo completo do lado da marca, incluindo quanto tempo cada etapa leva de verdade, tem o guia de registro de marca em Piracicaba.

O cenário local: nome e tecnologia nascendo juntos

A ESALQ/USP puxa um ecossistema de agtechs e startups em Piracicaba que costuma chegar cedo à mesa de investidor, muitas vezes com nome, produto e tecnologia lançados quase ao mesmo tempo. Nesse ritmo, é comum o fundador registrar o domínio, batizar o produto e só lembrar da marca formal (ou da patente) quando já tem gente perguntando se está protegido. A cidade tem 17.061 empresas atuantes (IBGE, 2021) e uma economia de R$ 44,35 bilhões (IBGE, 2023) que inclui esse cinturão de inovação ao redor do campus, cada vez maior.

Sua agtech tem nome pra registrar, tecnologia pra patentear, ou os dois? A Oneck começa pela pesquisa de viabilidade gratuita do lado da marca, o passo mais barato de resolver antes de qualquer taxa entrar em jogo. [Falar com a Oneck →]

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