O passo a passo do INPI para registro de marcas segue uma ordem fixa: pesquisa de viabilidade, classe, taxa (GRU), protocolo, exame, deferimento e certificado. Inverter essa sequência é o erro mais caro que um negócio de Limeira pode cometer. Protocolar antes de pesquisar, ou pagar a taxa antes de fechar a classe certa, costuma terminar em indeferimento e em taxa paga duas vezes.
Cada etapa depende da anterior: a classe só faz sentido depois que a pesquisa confirma que o nome está livre naquele enquadramento, e a taxa (GRU) só deveria ser paga depois que classe e pesquisa estão fechadas, porque ela não é devolvida se o pedido for indeferido. O protocolo é o marco que garante prioridade sobre o nome, mas só compensa chegar até ele com as duas primeiras etapas bem feitas. O guia com cada uma das sete etapas detalhada está em como fazer registro de marca em Limeira.
Limeira não vive só de joia: a cidade tem PIB per capita de R$ 51.678,31 (IBGE, 2021) e uma base industrial que inclui metalurgia, autopeças e têxtil, além do polo joalheiro que domina a Avenida Costa e Silva. Negócios de setores bem diferentes na cidade cometem a mesma inversão de ordem, geralmente pagando a GRU cedo demais, antes de ter certeza da classe, achando que isso adianta o processo. Não adianta, só trava o dinheiro numa taxa que não volta, e o negócio segue tão exposto quanto estava antes de pagar.
A pesquisa de viabilidade da Oneck é gratuita e é o primeiro degrau certo dessa sequência, antes de qualquer taxa sair do seu bolso. Fazer nessa ordem evita pagar a taxa do INPI duas vezes por um indeferimento que dava pra prever. Falar com a Oneck →



