Das sete etapas do passo a passo do INPI, duas concentram quase todo indeferimento: pesquisa malfeita, quando passa despercebido um nome parecido na mesma classe, e classe errada, quando a atividade fica enquadrada no lugar errado da Classificação de Nice. As outras cinco etapas raramente travam sozinhas, elas herdam o problema que nasceu ali atrás, na largada.
O processo inteiro roda no e-Marcas, em gov.br/inpi, e dá pra fazer sozinho, porque o sistema é aberto pra qualquer CNPJ ou CPF. O risco mora justamente nas duas primeiras etapas, pesquisa e classe, porque exigem saber ler semelhança fonética e visual entre marcas e entender como o INPI enquadra atividade dentro da Classificação de Nice. Errar aqui custa a taxa paga inteira, porque um indeferimento obriga a recomeçar do zero. O caminho completo, com as sete etapas detalhadas uma por uma, está no guia de como fazer registro de marca em Americana.
Num polo têxtil como o de Americana, com fiação, tecelagem, tingimento e malharia concentrados na mesma cadeia produtiva, a etapa de pesquisa fica ainda mais decisiva: cópia de estampa, nome de coleção parecido e imitação de marca são disputa recorrente entre concorrentes vizinhos, e uma pesquisa rasa deixa exatamente esse tipo de semelhança passar batido. Em 20 anos e mais de 500 marcas levadas do protocolo ao certificado, a Oneck já viu esse erro se repetir o suficiente no setor pra saber onde olhar primeiro.
A pesquisa de viabilidade sai de graça com a Oneck, sem compromisso de fechar nada depois. Vale rodar antes de protocolar, porque pagar a taxa do INPI de novo por causa de um erro na largada é o jeito mais caro de aprender essa lição. Falar com a Oneck →



