Pesquisar marca e pesquisar patente são duas buscas separadas dentro do INPI, com bases e regras próprias. Marca protege nome, logotipo ou slogan de um negócio; patente protege invenção, processo técnico ou modelo de utilidade. Em Americana, empresário que mistura as duas pesquisas corre o risco de achar que protegeu a máquina quando na verdade só protegeu o nome dela, ou vice-versa.
A pesquisa de marca roda no sistema e-Marcas, organizada pela Classificação de Nice, e mostra se um nome parecido já está registrado no seu ramo. A pesquisa de patente é outro processo, mais técnico e mais demorado, voltado a proteger como algo funciona, não como se chama. Quem só precisa registrar o nome do negócio não passa perto da parte de patente; quem desenvolveu um equipamento ou processo novo precisa das duas buscas, cada uma na sua base. O guia completo de consulta de marca no INPI em Americana detalha como funciona a busca de nome na prática.
Essa distinção pesa mais em Americana do que em cidade sem tradição industrial, porque a cidade sedia a Tecnotêxtil Brasil, na FIDAM, feira que reúne fornecedores de máquinas, fios e automação para a indústria têxtil. Fabricante de equipamento que expõe ali costuma ter as duas frentes em jogo ao mesmo tempo: o nome da linha de máquinas (marca) e, às vezes, um processo de tingimento ou automação desenvolvido internamente (patente). Confundir as duas pesquisas nesse cenário custa caro, porque cada uma protege uma coisa que a outra não cobre.
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