Registrar uma marca 100% de graça não existe em lugar nenhum do Brasil, incluindo Americana: o INPI cobra a taxa da GRU no pedido e outra na concessão, e esse valor é igual pro país inteiro. O que é gratuito, e vale muito a pena usar, é a pesquisa de viabilidade, a etapa que confirma se o nome está livre antes de qualquer centavo sair do bolso.
A taxa do INPI muda de valor conforme o perfil de quem pede, com desconto pra MEI, ME e EPP, e é paga em dois momentos: no protocolo do pedido e, se tudo for bem, na concessão final. Quem promete registro totalmente grátis geralmente está falando da consulta, que é mesmo sem custo, ou escondendo a taxa em algum lugar do contrato. O passo a passo completo, incluindo onde a taxa entra em cada uma das sete etapas, está no guia de registro de marca em Americana.
Em 2025, as exportações de Americana cresceram 30%, somando US$ 530,2 milhões e fazendo da cidade a maior exportadora da Região do Polo Têxtil. Empresa que exporta expõe o nome a comprador de fora do Brasil, e economizar a taxa da GRU adiando o registro custa muito mais caro do que a própria taxa, se aparecer um nome parecido antes do seu no INPI.
A parte de graça de verdade, a pesquisa de viabilidade, a Oneck faz sem cobrar nada. Descobrir agora se o nome está livre custa zero; descobrir depois que já pagou a taxa e o pedido foi indeferido custa a taxa inteira de novo. Falar com a Oneck →



