Nem todo mundo paga a mesma taxa de registro de marca no INPI. O órgão reduz o valor da GRU pra MEI, ME/EPP, pessoa física e alguns outros perfis, enquanto empresa de porte maior paga a taxa cheia. Em Florianópolis, com um universo enorme de pequenos negócios, essa diferença de faixa muda bastante o orçamento final de quem está pesquisando o preço.
O enquadramento é o que decide qual taxa cai no seu boleto, não o tamanho da cidade nem o segmento. A tabela oficial, com valor de cada faixa, está sempre atualizada em gov.br/inpi. Depois da taxa reduzida ou cheia, ainda soma o honorário de quem conduz o processo (pesquisa de viabilidade, classe certa, acompanhamento até o certificado), que na Oneck fica entre R$ 1,8 mil e R$ 3,5 mil, independente do enquadramento do cliente. O guia completo sobre quanto custa registrar uma marca explica a lógica das duas partes com mais profundidade.
Taxas de registro em Florianópolis: o tamanho do universo que paga menos
Florianópolis lidera o ranking catarinense de MEIs ativos, com 70,4 mil deles (Sebrae/SC, 2026), dentro de um total de 159 mil empresas ativas no município, o maior número entre as cidades de Santa Catarina (Jucesc, fevereiro de 2025). Pra esse volume de MEI, a taxa reduzida do INPI está longe de ser detalhe: é boa parte do que separa "vou registrar" de "vou deixar pra depois".
Quem está em ME/EPP, o degrau logo acima do MEI, também entra na faixa de desconto, mas o enquadramento certo precisa ser conferido antes de fechar orçamento, porque um erro de classificação aqui atrasa o pedido inteiro.
A Oneck confere o enquadramento de cada cliente antes de calcular a taxa, esteja ele entre os 70,4 mil MEIs de Florianópolis ou em qualquer outra faixa e cidade do Brasil.
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