O custo declarado do registro (taxa do INPI mais honorário de quem conduz o processo) é só metade da conta. A outra metade é o custo de não registrar, ou de registrar errado: pedido indeferido não devolve a GRU, então você paga a taxa de novo, do zero, e se outra empresa registrar o nome primeiro, o conserto costuma envolver trocar identidade visual, fachada e embalagem inteira.
Esse segundo custo é fácil de ignorar até acontecer. Ele nasce de pesquisa malfeita ou classe errada, os dois pontos onde mais se perde pedido no INPI, e é exatamente esse trabalho de checagem que o honorário cobre, faixa de R$ 1,8 mil a R$ 3,5 mil na Oneck pro registro completo de marca. O guia sobre quanto custa registrar marca em Florianópolis detalha como taxa e honorário se somam nessa conta.
Florianópolis é o município catarinense com mais empresas ativas, 159 mil no total segundo a Jucesc, um volume de negócios competindo por atenção e por nome dentro das mesmas classes de atividade. Quanto maior essa densidade, maior a chance de já existir marca parecida registrada no seu ramo, e maior o custo de descobrir isso tarde, depois de já ter gasto em identidade visual e material impresso. Some a isso um PIB per capita de R$ 58.059,37 (IBGE, 2023), puxado por tecnologia, turismo e serviços em conjunto, e fica claro que o mercado local não perdoa quem trata o registro como detalhe pra resolver depois.
Antes de descobrir esse custo da pior forma, vale confirmar de graça se o nome está livre. A pesquisa de viabilidade não custa nada, e é bem mais barata do que pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento que dava pra evitar. Falar com a Oneck →



