Florianópolis

Registro de marcas e patentes: consulta em Florianópolis, quem precisa de cada uma

5 de setembro de 20262 min de leitura
Registro de marcas e patentes: consulta em Florianópolis, quem precisa de cada uma

A maioria dos negócios de Florianópolis só precisa consultar marca, não patente. Patente entra em cena quando existe invenção, processo ou tecnologia por trás do negócio, situação mais frequente entre as startups de hardware e deep tech do Sapiens Parque do que entre pousada, bar ou agência de turismo da Ilha.

A consulta de marca verifica se o nome, a logo ou o slogan já existem, cadastrados ou pedidos, na sua classe de atividade. A consulta de patente verifica se a invenção em si já foi registrada antes, análise mais profunda que normalmente exige quem lida com propriedade industrial no dia a dia. Confundir as duas leva a procurar na base errada e concluir, por engano, que "não achou nada". O artigo completo sobre consulta de marca no INPI em Florianópolis detalha como fazer essa busca sem cair nesse erro.

Florianópolis lidera Santa Catarina em número de empresas ativas, 159 mil segundo a Jucesc (fevereiro de 2025), e também lidera o ranking catarinense de MEIs, com 70,4 mil (dado do Sebrae/SC). A economia da capital é sustentada sobretudo por turismo e serviços, setores em que a consulta de marca já resolve o que precisa ser resolvido. É dentro das mais de 550 empresas de tecnologia da cidade, boa parte reunida em torno do Sapiens Parque, que mora a fatia real de negócios com chance de também precisar consultar patente.

Não sabe em qual dos dois grupos o seu negócio cai? A Oneck confere de graça se o seu caso é só marca ou se envolve algo patenteável, sem letra miúda. É melhor descobrir isso antes de protocolar do que depois de pagar a taxa do INPI e levar um indeferimento por ter entrado com o pedido errado. Falar com a Oneck →

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