"Taxas", no plural, porque não existe uma taxa só. O INPI cobra a GRU do pedido, a GRU da concessão (quando a marca é deferida) e ainda taxas específicas pra serviços como prorrogação de registro ou petição de recurso, cada uma com código e valor próprio na tabela oficial. Em Florianópolis vale exatamente o mesmo conjunto de taxas de qualquer outro município do Brasil; o valor atualizado de cada código está em gov.br/inpi.
A lista de taxas é a mesma pra qualquer pedido; o que varia é quem está pedindo. MEI, ME/EPP, pessoa física e instituição de ensino pagam menos em boa parte dos códigos da tabela. Além da GRU, entra o honorário de quem conduz o processo, que na Oneck fica entre R$ 1,8 mil e R$ 3,5 mil pro registro completo, cobrindo pesquisa de viabilidade, escolha de classe e acompanhamento até o certificado. O guia completo sobre quanto custa registrar marca em Florianópolis detalha como essas duas partes se somam.
Esse detalhe de "quem paga menos" pesa numa cidade com o perfil de Florianópolis: mais de 550 empresas de tecnologia operam por ali, boa parte gravitando em torno da ACATE, que reúne mais de 1.500 empresas associadas em Santa Catarina, e do Sapiens Parque, distrito de inovação com R$ 30 milhões de aporte público e mais de R$ 150 milhões em investimentos privados contratados. Muita startup em fase inicial se enquadra como ME/EPP e paga a GRU reduzida sem saber. Com 20+ anos de mercado e mais de 500 marcas registradas no INPI, a Oneck já viu essa dúvida sobre desconto aparecer antes até da dúvida sobre o processo em si.
Quer saber exatamente quais taxas incidem no seu caso, e se seu negócio se enquadra em algum desconto? A pesquisa de viabilidade no INPI é gratuita, e vale a pena confirmar isso antes de protocolar, porque um pedido indeferido por erro de classe não devolve a GRU: obriga pagar tudo de novo. Falar com a Oneck →



