Registrar uma marca no Brasil significa protocolar no INPI, e o alcance dessa proteção termina na fronteira: o certificado vale em todos os 26 estados e no Distrito Federal, mas não protege automaticamente o nome se a empresa vender ou abrir operação em outro país. Quem sai de Florianópolis pra captar investimento internacional ou vender pra fora precisa de um segundo registro, no país de destino.
O processo nacional segue as sete etapas de sempre, da pesquisa de viabilidade ao certificado, e cobre qualquer estado do país a partir de um único protocolo. O detalhe que costuma passar batido é justamente esse limite: marca registrada aqui não segue automaticamente pra Estados Unidos, Portugal ou qualquer outro mercado, cada território exige o seu próprio pedido. O guia completo de registro de marca em Florianópolis cobre o processo nacional passo a passo, do protocolo ao certificado.
Como registrar marca no Brasil: por que isso pesa em Florianópolis
O setor de tecnologia responde por cerca de 25% do PIB municipal de Florianópolis, com mais de 550 empresas de tecnologia sediadas na cidade, e o Startup Summit de agosto reúne cerca de 250 fundos de investimento circulando pelo Centrosul. Fundo de fora do país olhando pra uma startup catarinense pergunta cedo sobre proteção de marca, e "está registrada no INPI" só cobre a parte brasileira dessa resposta.
Startup que nasce em Florianópolis com plano de expandir pro exterior faz o registro nacional primeiro, porque ele sustenta a operação aqui, e trata o registro internacional como próximo passo assim que a expansão sai do papel, antes de o produto começar a rodar lá fora sem proteção nenhuma.
Comece pelo que sustenta o resto
Sem o registro no Brasil, não existe nem o ponto de partida pra pensar em proteção internacional depois.
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