Florianópolis

Como fazer o registro de marcas em Florianópolis

19 de agosto de 20262 min de leitura
Como fazer o registro de marcas em Florianópolis

Antes de abrir o e-Marcas, quem vai fazer o registro de marca em Florianópolis precisa ter em mãos três coisas: CNPJ ou CPF, o nome (ou logo) exato que vai proteger e a classe de atividade definida pela Classificação de Nice. Sem isso organizado, o passo a passo trava logo na primeira tela, muito antes de chegar no protocolo.

O processo em si tem sete etapas, da pesquisa de viabilidade ao certificado com o símbolo ®, e vale igual pra qualquer CNPJ ou CPF do Brasil, incluindo MEI. A diferença entre quem passa direto e quem tropeça está na preparação: nome e classe bem definidos antes do protocolo evitam retrabalho e taxa paga duas vezes. O guia completo de como fazer registro de marca em Florianópolis detalha cada etapa depois que a preparação está pronta.

Florianópolis lidera o ranking catarinense de MEI, com 70,4 mil ativos (Sebrae/SC, 2026), e é a cidade com mais empresas ativas de Santa Catarina, 159 mil segundo a Jucesc (fevereiro de 2025). Prestador de serviço individual, de guia turístico a designer freelancer, entra no e-Marcas com o mesmo CPF ou CNPJ de MEI que qualquer empresa maior, e paga taxa reduzida do INPI por isso. O ponto de atenção pra esse público é a classe: MEI que presta mais de um tipo de serviço às vezes esquece de registrar em todas as classes que usa no dia a dia, e descobre a lacuna só quando um concorrente registra o mesmo nome na atividade que ficou de fora.

Quer saber exatamente o que separar antes de começar o seu passo a passo, incluindo qual classe cobre o que você faz? A pesquisa de viabilidade da Oneck é gratuita e evita pagar a taxa do INPI de novo por um pedido mal preparado. Falar com a Oneck →

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