Manter uma patente tem custo recorrente: o INPI cobra anuidade a partir do terceiro ano do pedido, valor que sobe com o tempo e que, se deixar de pagar, faz a proteção caducar (o valor exato dessa anuidade está sempre em gov.br/inpi). Marca é outra história: o pedido custa R$ 440 por classe, com desconto de 50% pra MEI, ME/EPP, pessoa física e entidade sem fins lucrativos, ou R$ 880 por classe sem desconto, pago uma única vez, e esse valor já cobre exame, certificado e os 10 anos de proteção, sem anuidade nenhuma no meio. Confira a tabela completa e a fonte oficial de marca.
Boa parte de quem digita "quanto custa manter a patente" está, na prática, atrás de outra informação: o preço de registrar um nome ou logo, que é marca, não invenção. Se o caso for mesmo patente (um processo, uma máquina, uma fórmula), o custo se repete todo ano e a conta é diferente da de marca. Se for marca, o que muda o valor da taxa é só o enquadramento de quem pede, não a tabela em si; o honorário de quem conduz o processo, entre R$ 1,8 mil e R$ 3,5 mil na Oneck, é parecido independente do porte de quem registra.
Blumenau reúne os dois cenários ao mesmo tempo, o que explica por que a dúvida aparece tanto por aqui. De um lado, grupos têxteis como Hering e Karsten e o ecossistema em torno da Febratex registram desenho industrial de estampas e modelagens, categoria mais próxima de patente do que de marca. De outro, a Blusoft reúne mais de 160 empresas de tecnologia associadas, e não é raro uma startup ter, além do nome que precisa virar marca, uma solução técnica que se enquadra como invenção patenteável de verdade.
Se o seu caso é nome e identidade da empresa, o caminho é registro de marca, sem anuidade, com renovação só daqui a 10 anos. A pesquisa de viabilidade no INPI é gratuita e evita que você pague a taxa de novo se o pedido cair por colidir com algo que já existe, seja você da Blusoft, do polo têxtil ou de qualquer outro canto de Blumenau. Falar com a Oneck →



