Marca e patente têm valores diferentes no INPI porque são pedidos diferentes: marca protege nome e logotipo, patente protege invenção ou processo técnico, cada uma com tabela de taxa própria. Se o seu negócio em Blumenau é uma confecção, uma cervejaria ou uma startup vendendo produto com nome próprio, o valor que importa de verdade quase sempre é o do registro de marca, não o de patente.
É comum a busca juntar os dois termos, mas eles não competem pelo mesmo processo nem pelo mesmo prazo. O valor da marca soma taxa oficial (paga em duas etapas, no pedido e na concessão) mais o honorário de quem cuida da pesquisa de viabilidade e da classe correta; na Oneck esse honorário fica entre R$ 1,8 mil e R$ 3,5 mil. Patente segue outro rito, mais longo e técnico, com tabela própria no gov.br/inpi. O artigo completo sobre custo de registro de marca em Blumenau detalha essa conta com calma.
Blumenau tem na Blusoft, braço regional da ACATE com mais de 160 empresas associadas e 30 anos de atuação, um bom retrato dessa confusão: fundador de startup pergunta se precisa "patentear o app" quando, na maioria dos casos, o que protege o negócio de verdade é registrar a marca do produto e cuidar do direito autoral do software, caminho bem mais rápido e barato do que o de patente. Vale o mesmo raciocínio pra confecção que lança uma peça inovadora: o nome da coleção pede marca, o processo de fabricação é que eventualmente pediria patente, situação rara no dia a dia da maioria dos negócios da cidade.
Antes de decidir entre marca e patente e descobrir depois que pagou a taxa errada, vale confirmar o caminho certo com quem já viu esse cruzamento de dúvidas acontecer várias vezes. A pesquisa de viabilidade no INPI é gratuita e evita o prejuízo de refazer um pedido indeferido, que sai pagando a taxa oficial de novo do zero. Falar com a Oneck →



