Depois que uma marca é protocolada no INPI, a consulta muda de ferramenta: em vez de buscar pelo nome, busca-se pelo número do processo, recebido logo após o pedido. É por esse número que dá pra ver se já saiu publicação, se apareceu alguma exigência ou oposição, ou se o pedido já foi decidido. Quem tem marca protocolada em nome de negócio de Blumenau precisa voltar nesse número de tempos em tempos: o acompanhamento não termina no dia do protocolo.
O caminho de um pedido, depois de protocolado, inclui publicação na Revista da Propriedade Industrial, uma janela de 60 dias em que qualquer terceiro pode contestar, e a possibilidade de o examinador pedir algum ajuste antes da decisão final. Cada uma dessas movimentações aparece vinculada ao número do processo, não ao nome da marca, e cada uma tem prazo próprio de resposta. Pra quem ainda não chegou nessa fase e só quer confirmar se um nome pode ser protocolado, o guia completo de consulta de marca no INPI em Blumenau cobre essa etapa anterior, a da pesquisa de disponibilidade.
Dois calendários que não podem parar em Blumenau
Uma confecção que protocolou o pedido de marca pouco antes de uma edição da Febratex, a maior feira têxtil das Américas sediada em Blumenau, segue negociando com compradores de fora do estado enquanto o processo tramita nos bastidores, e uma exigência não respondida nesse intervalo ameaça justamente o nome que está circulando entre esse público novo. O mesmo vale pro lado da tecnologia: com mais de 160 empresas ligadas à Blusoft na região, é comum um produto já estar no mercado com o processo de marca ainda em andamento lá atrás.
A Oneck acompanha cada processo pelo número, não só até o protocolo, avisando a tempo de qualquer prazo que precise de resposta. Uma exigência sem resposta pode arquivar o pedido inteiro, e aí a única saída é pagar a taxa do INPI de novo e começar tudo outra vez. Falar com a Oneck →



