Registrar marca em Blumenau exige duas taxas do INPI, não uma só: a primeira no pedido, a segunda na concessão, quando o processo é deferido. As duas são obrigatórias se a marca for aprovada, e esquecer a segunda no orçamento é o erro mais comum de quem calcula o custo olhando só pro protocolo inicial.
A taxa é paga via GRU, e o valor muda conforme o perfil de quem pede: MEI, ME/EPP e pessoa física têm redução. A tabela oficial atualiza com o tempo, então o número exato é sempre conferido em gov.br/inpi antes de fechar conta. O que não muda é a lógica das duas etapas: uma abre o processo, outra confirma o registro depois que o INPI já analisou e aprovou o pedido. Pra ver o custo completo, taxa mais honorário de quem conduz o processo, tem o artigo sobre quanto custa registrar marca em Blumenau.
Em agosto de 2026, Blumenau recebe a 19ª edição da Febratex, a maior feira têxtil das Américas, no Parque Vila Germânica. Empresa de confecção que expõe ali normalmente já protocolou o pedido de marca antes da feira, mas a segunda taxa, a da concessão, costuma vencer justamente na fase em que a marca começa a circular fora de Santa Catarina. Orçar só a primeira taxa e ser pego de surpresa pela segunda é o tipo de erro que atrapalha empresa nesse momento de crescimento.
A pesquisa de viabilidade no INPI é gratuita, e é o primeiro passo antes de qualquer taxa entrar na conta. Vale a pena rodar antes de protocolar, porque indeferimento não devolve a taxa que já foi paga; significa pagar de novo pra tentar outra vez. Agir com essa etapa resolvida evita gastar duas vezes por um erro que dava pra prever. Falar com a Oneck →



