Não. Marca e patente são registradas em sistemas separados dentro do INPI: marca fica no e-Marcas, patente fica no e-Patentes, cada um com base e critérios próprios. Em Blumenau, confundir os dois é comum entre quem está criando um produto novo e não sabe qual das duas proteções, ou se as duas, o negócio precisa. O ponto de partida é sempre perguntar o que exatamente está sendo protegido: um nome ou uma tecnologia.
Marca protege nome, símbolo e identidade que distinguem um produto ou serviço no mercado. Patente protege uma invenção, um processo técnico ou uma solução funcional nova, algo que resolve um problema de um jeito que ninguém tinha resolvido antes. Uma confecção registra a marca da grife; se ela também inventasse um tecido com propriedade física nova, aí entraria pedido de patente, processo bem mais técnico e demorado que consulta de marca. O passo a passo de como pesquisar marca especificamente está no guia completo de consulta de marca no INPI em Blumenau.
Essa distinção pesa em Blumenau por causa da Blusoft, polo tecnológico regional ligado à ACATE com mais de 160 empresas associadas. Startup de software raramente lida com patente, porque software em si tem proteção própria, por direito autoral. Já hardware, dispositivo físico ou processo industrial novo pode precisar das duas frentes: marca pro nome do produto, patente pra tecnologia por trás dele.
Antes de decidir qual caminho seguir, vale conversar com quem já viu os dois tipos de pedido na prática. A Oneck cuida da parte de marca com pesquisa de viabilidade gratuita e orienta quando o caso pede também uma patente, pra empresa de Blumenau não escolher a proteção errada e perder tempo, e taxa do INPI, num pedido que não resolve o problema dela. Falar com a Oneck →



