Pesquisar não é tarefa de um dia só, feita antes de protocolar e esquecida depois. Vale manter o hábito também depois do registro, tanto pra marca quanto pra eventual patente, porque outra empresa pode registrar algo parecido meses ou anos depois, e essa colisão tardia também vira dor de cabeça pra quem não estava de olho.
O INPI publica semanalmente a Revista da Propriedade Industrial (RPI), onde aparecem novos pedidos e decisões, e é ali que um pedido parecido com o seu, feito depois do seu registro, fica visível primeiro. Empresas que só pesquisaram uma vez, no começo, costumam perder o prazo de 60 dias pra apresentar oposição contra um pedido conflitante, simplesmente porque não sabiam que ele existia. Manter esse acompanhamento é diferente da consulta de disponibilidade que se faz antes de registrar; o guia de consulta de marca no INPI em Blumenau cobre bem essa primeira etapa, a de antes do protocolo.
Isso pesa mais em Blumenau do que em cidades menores porque a Febratex leva marca local pra fora de Santa Catarina e pra visitantes de outros países todo ano, o que aumenta a exposição e, com ela, a chance de alguém tentar registrar algo parecido depois de ver sua marca circulando na feira. O mesmo vale pro lado tech: startups que crescem rápido dentro do ecossistema da Blusoft mudam de escala tão depressa que o nome que era único em 2024 pode ter concorrente parecido pedindo registro em 2026, sem que ninguém tenha percebido a tempo.
A Oneck acompanha esse tipo de movimento pra clientes de Blumenau depois do próprio registro, não só antes. A pesquisa inicial de viabilidade é gratuita e o primeiro passo antes de qualquer coisa. Falar com a Oneck →



