Um nome de marca bom pra registro é aquele que identifica o negócio sem descrever o produto nem copiar o que já existe na mesma classe. Em Blumenau, isso pesa mais do que parece: nome inspirado só na identidade da própria cidade tende a esbarrar em falta de distintividade ou em concorrência direta com outro negócio que pensou igual.
Antes de bater o martelo num nome, três testes ajudam: ele descreve o produto (sinal de alerta) ou identifica o negócio? Ele soa parecido com algo que já existe na sua classe? Ele funciona sozinho, sem precisar do nome da cidade ou do segmento junto pra fazer sentido? Nomes que passam nos três testes chegam com mais força na pesquisa de viabilidade, etapa que decide se o resto do caminho até o certificado vale a pena. O guia completo de registro de marca em Blumenau mostra o passo seguinte, depois que o nome está definido.
O cenário local
Blumenau concentra um padrão de nome que vale observar antes de repetir: parte do comércio ligado à identidade alemã (cervejarias, confeitarias, negócios de gastronomia) usa termos ligados à colonização alemã e à Oktoberfest no próprio nome, o que funciona pra atrair turista mas cria problema de registro, porque quanto mais o nome descreve a região ou a tradição em vez de um negócio específico, menor a chance de o INPI considerá-lo distintivo o suficiente. Do outro lado da cidade, o polo de tecnologia da Blusoft, com mais de 160 empresas associadas, mostra o caminho oposto: nome de startup costuma nascer junto com o domínio e o app, criado do zero, sem amarrar em termo genérico do setor, o que passa mais fácil na pesquisa justamente por não descrever nada, só identificar.
Testar se o nome escolhido está livre no INPI antes de investir em identidade visual e fachada é o passo mais barato de todo o processo, porque um nome que já nasce fraco costuma esbarrar em indeferimento lá na frente, obrigando a pagar a taxa do INPI de novo pra tentar outro. A Oneck faz essa pesquisa de graça. Falar com a Oneck →



