Existe um detalhe no passo a passo que muda a decisão de quando começar: a proteção do nome nasce no protocolo, dias depois de o pedido entrar, enquanto o certificado só sai meses depois, no fim da fila de exame do INPI. Pra quem em Londrina planeja lançar um produto atrelado a uma safra ou a um evento sazonal, essa diferença define se dá tempo de proteger o nome antes do lançamento.
Pesquisa, classe, GRU, protocolo, exame formal com publicação na RPI, exame de mérito e certificado: essa é a ordem, e ela não muda. A confusão de quem acha que "registro de marca demora dois anos" nasce de misturar as duas pontas do processo. A proteção conta a partir do protocolo; o certificado com o símbolo ® é que demora, porque depende do ritmo de exame do INPI, que ninguém acelera por fora da fila. Pra ver cada uma das sete etapas em detalhe, tem o guia completo de como fazer registro de marca em Londrina.
Em Londrina, cuja economia ainda carrega marca registrada do tempo em que a região chegou a responder por mais da metade do café produzido no mundo, negócio ligado a agronegócio e cooperativa costuma planejar por safra, não por mês corrido. Quem já sabe que vai lançar uma linha nova daqui a algumas safras pode protocolar agora e garantir a data de prioridade, mesmo sabendo que o certificado só vai sair depois. Esperar o produto ficar pronto pra só então pensar na marca é o erro mais comum, e o mais caro de corrigir.
Quer saber quanto tempo o seu caso específico deve levar, do protocolo ao certificado? A pesquisa de viabilidade gratuita da Oneck é o primeiro passo, e sair na frente evita pagar a taxa do INPI de novo por um indeferimento que dava pra ver antes. [Falar com a Oneck →]



