Registrar uma marca no INPI em 2026 segue exatamente o mesmo rito de sempre: pesquisa, classe, GRU, protocolo, exame formal, exame de mérito e certificado, tudo dentro do e-Marcas. Nenhum sistema novo apareceu de um ano para o outro. O que muda em Londrina neste ano é o tanto de gente nova conversando sobre abrir negócio, puxado pela Feira do Empreendedor do Sebrae/PR rodando na cidade em agosto.
O rito tem sete passos, e a proteção do nome nasce no protocolo, não no certificado que só sai meses depois, no fim da fila de exame do INPI. Quem pesquisa "registrar marca no INPI 2026" geralmente quer confirmar se o processo continua confiável, e continua: mesma Classificação de Nice, mesma taxa paga via GRU em dois momentos, mesmo sistema público que qualquer CPF ou CNPJ pode usar. Para ver as sete etapas com detalhe, incluindo o que evitar em cada uma, tem o guia completo de como fazer registro de marca em Londrina.
A Feira do Empreendedor do Sebrae/PR chegou a Londrina em agosto de 2026, no Parque Ney Braga, reunindo mais de 2.800 participantes segundo o próprio Sebrae, entre palestras, rodada de negócios e orientação para quem está abrindo ou expandindo empresa. É o tipo de evento que coloca "registrar marca" na conversa de gente que nunca tinha parado pra pensar nisso, principalmente entre MEIs recém-saídos da UEL, Universidade Estadual de Londrina. O calendário muda de ano em ano; o rito no INPI não.
Antes de protocolar qualquer coisa em 2026, vale confirmar se o nome está livre. A Oneck faz essa pesquisa de viabilidade de graça, sem compromisso de fechar nada depois. Em 20 anos de INPI e mais de 500 marcas levadas do protocolo ao certificado, o erro mais caro que vemos é negócio que registra tarde demais e acaba pagando a taxa do INPI duas vezes por um indeferimento que dava pra evitar. [Falar com a Oneck →]



