O custo de registrar marca não para na taxa do INPI. Se o pedido cai por nome parecido já registrado ou erro de classe, a taxa não volta, e você paga tudo de novo. Em Londrina, onde cinco das seis maiores empresas da cidade são do agronegócio, essa colisão de nome é mais comum do que parece.
O custo tem duas partes, a taxa do INPI e o honorário de quem conduz o processo, mas quem tenta economizar pulando a pesquisa de viabilidade corre justamente esse risco: pagar a taxa duas vezes. Em mais de 20 anos cuidando desse tipo de pedido, a Oneck já viu esse erro se repetir o bastante pra saber que pular a pesquisa custa mais caro do que fazer ela direito da primeira vez. O artigo completo sobre quanto custa registrar marca em Londrina detalha a faixa de valor de cada parte.
Segundo levantamento do Agrolink, cinco das seis maiores empresas de Londrina atuam no agronegócio, herança direta da economia cafeeira que a cidade reconstruiu depois da geada de 1975. Num setor tão concentrado, com cooperativa e agroindústria disputando espaço na mesma classe do INPI, a chance de existir nome parecido no mesmo ramo é real, e é exatamente esse risco que a pesquisa de viabilidade paga por dentro do honorário existe pra evitar.
Vale reforçar: o custo do indeferimento soma dois prejuízos, a taxa perdida e o tempo do processo recomeçando do zero, com a marca ainda sem proteção nesse meio tempo, enquanto o concorrente do lado pode estar registrando o nome parecido primeiro.
Quer saber se o nome que você quer usar já tem irmão parecido em Londrina ou em qualquer outro canto do Brasil? A pesquisa de viabilidade é gratuita, e resolver isso agora evita pagar a taxa do INPI de novo por indeferimento lá na frente. [Falar com a Oneck →]



