Fazer registro de marcas no INPI é sempre o mesmo caminho, não importa se você está em Londrina ou em qualquer outro canto do país: entrar no sistema e-Marcas, em gov.br/inpi, pesquisar o nome, escolher a classe certa e protocolar. A diferença aparece no plural: quem tem mais de uma marca sob o mesmo CNPJ, cooperativa com produto próprio e marca da matriz, agroindústria com linha B2B e linha B2C, precisa repetir o processo inteiro para cada nome, com pesquisa e classe próprias.
O rito tem sete etapas dentro do e-Marcas: pesquisa de viabilidade, definição da classe pela Classificação de Nice, pagamento da GRU, protocolo, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e concessão do certificado. A proteção já vale a partir do protocolo, o certificado é só o papel que chega depois. Cada marca registrada percorre essas sete etapas de forma independente, mesmo pertencendo à mesma empresa. Para ver o passo a passo completo, com o que evitar em cada etapa, tem o guia como fazer registro de marca em Londrina.
Em Londrina isso pesa mais do que parece: cinco das seis maiores empresas da cidade atuam no agronegócio, segundo levantamento do Agrolink, um setor onde cooperativa, agroindústria e trading convivem com holding, marca própria e linha de produto sob o mesmo grupo. Cada uma dessas marcas precisa da própria pesquisa de viabilidade e da própria classe, porque o INPI não registra a empresa como um todo, registra nome por nome, classe por classe.
Se sua empresa em Londrina tem mais de uma marca pra registrar, matriz, linha de produto ou submarca, a pesquisa de viabilidade da Oneck é gratuita pra cada uma delas, sem compromisso de fechar depois. Sai mais barato descobrir agora que um nome esbarra em outro do que pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento. [Falar com a Oneck →]



