A pesquisa de registro de marcas no INPI não se resume a digitar o nome exato da empresa e apertar buscar: pra valer alguma coisa, em Londrina ou em qualquer cidade do país, ela precisa incluir variação de grafia, plural e singular, e radical parecido, porque é isso que o INPI também barra. Digitar só o nome limpo, sem essas variações, é o motivo mais comum de gente sair da busca achando que está tudo livre e descobrir o contrário só no indeferimento.
No sistema e-Marcas, em gov.br/inpi, a busca aceita filtro por classe de atividade, o que ajuda a restringir o resultado ao seu ramo, mas não substitui testar variação do nome: com hífen, sem hífen, no singular, no plural, com e sem acento. Cooperativa, agroindústria e comércio que usam termo genérico do setor (grão, safra, café, região) sentem isso na prática, porque o mesmo radical aparece em dezenas de pedidos parecidos dentro da mesma classe. O guia completo de consulta de marca no INPI explica a diferença entre achar o nome idêntico e reconhecer o que soa parecido.
Em Londrina, onde cinco das seis maiores empresas atuam no agronegócio segundo o Agrolink, é comum um nome nascer de safra, origem ou linha de produto, exatamente o tipo de termo genérico que se repete entre cooperativas e agroindústrias da região. Fazer a busca só com o nome exato, sem testar variação e radical parecido, é onde a maioria erra antes de protocolar.
A gente faz essa busca completa de graça, testando variação, radical e classe certa antes de você decidir qualquer coisa. É melhor descobrir agora do que pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento. Em 20 anos de mercado e mais de 500 marcas registradas, sabemos exatamente onde esse tipo de busca rasa costuma falhar. [Falar com a Oneck →]



