Londrina

Como fazer registro de marcas: quando é mais de um nome, não só um

9 de outubro de 20262 min de leitura
Como fazer registro de marcas: quando é mais de um nome, não só um

Cada marca ou variação de nome exige um processo próprio no INPI, mesmo pertencendo à mesma empresa. Não existe pedido combinado que cubra o nome da empresa, uma linha de produto e uma submarca de uma vez só. Em Londrina, onde negócio ligado ao agronegócio costuma nascer com marca da empresa, marca do produto principal e às vezes marca de uma linha derivada, isso significa planejar quantos registros o CNPJ realmente precisa antes de sair protocolando.

O rito de cada um desses pedidos segue igual: pesquisa de viabilidade, classe pela Classificação de Nice, pagamento da GRU, protocolo no e-Marcas, exame formal com publicação na RPI, exame de mérito e certificado. Nome parecido dentro da mesma classe barra tanto quanto nome idêntico, e isso pesa mais ainda quando a própria empresa tem várias marcas circulando ao mesmo tempo. O guia completo de registro de marca em Londrina detalha cada uma dessas sete etapas.

Por que isso pesa mais numa cidade como Londrina

Das seis maiores empresas de Londrina, cinco atuam no agronegócio, segundo levantamento do Agrolink, um setor em que é comum a mesma empresa operar com o nome institucional, o nome de uma linha de produto beneficiado e, às vezes, o nome de uma marca própria de varejo. Cada um desses nomes é um pedido separado no INPI, com pesquisa e classe próprias. Ignorar essa lógica de "um nome, um processo" é o jeito mais comum de uma cooperativa ou agroindústria local descobrir tarde demais que só protegeu metade do que devia.

Em 20 anos de mercado e mais de 500 marcas levadas do protocolo ao certificado, a Oneck já mapeou esse tipo de estrutura várias vezes. A pesquisa de viabilidade é gratuita pra cada nome que você quiser checar, sem compromisso de fechar depois. [Falar com a Oneck →]

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