Londrina

Como fazer o registro da marca? O que resolver antes de abrir o INPI

26 de setembro de 20262 min de leitura
Como fazer o registro da marca? O que resolver antes de abrir o INPI

Antes de fazer o registro da marca, três coisas precisam estar decididas: o nome ou logotipo exato que vai pro pedido, o CPF ou CNPJ que vai figurar como titular e a classe de atividade dentro da Classificação de Nice. Em Londrina, isso vale tanto pra agroindústria que cresceu em cima de commodity quanto pro projeto que saiu ontem de uma sala de aula da UEL. Só depois desses três pontos resolvidos faz sentido abrir o sistema do INPI.

Com isso definido, o caminho é sempre o mesmo, sete etapas dentro do e-Marcas: pesquisa de viabilidade, classe, pagamento da GRU, protocolo, exame formal com publicação na RPI, exame de mérito e certificado. A proteção do nome já conta a partir do protocolo, não do dia em que o certificado sai. Pra ver cada uma dessas etapas em detalhe, com o que evitar em cada uma, tem o guia completo de registro de marca em Londrina.

O ponto de partida importa mais em Londrina do que parece

Londrina tem uma ACIL, Associação Comercial e Industrial de Londrina, ativa desde 1937, e em agosto de 2026 recebeu a Feira do Empreendedor do Sebrae/PR no Parque Ney Braga Eventos, com orientação gratuita pra quem está abrindo ou expandindo negócio. É exatamente o público que costuma chegar até "como fazer o registro da marca" sem ter resolvido o básico antes, nome ainda indefinido, dúvida entre CPF e CNPJ, classe chutada. Resolver essa parte primeiro evita retrabalho lá na frente.

A pesquisa de viabilidade no INPI é o passo seguinte, e a Oneck faz essa etapa de graça, sem compromisso de fechar nada depois. Se o seu nome, titular e classe já estão decididos, o próximo passo é confirmar se está tudo livre antes de pagar a taxa oficial. [Falar com a Oneck →]

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