Dá pra registrar uma marca sozinho no INPI, o sistema e-Marcas é aberto a qualquer CPF ou CNPJ, inclusive MEI recém-saído da UEL. Vale a pena fazer sozinho quando você tem tempo pra estudar a Classificação de Nice e pesquisar semelhança fonética com calma. Não vale quando o negócio já está vendendo e cada semana de atraso custa mais caro do que o honorário de quem faz isso todo dia.
Fazer sozinho exige aprender a ler a base do INPI pra pesquisa de viabilidade, escolher a classe certa dentro da Classificação de Nice, emitir a GRU no valor certo pro seu perfil e acompanhar a publicação na RPI depois do protocolo. Nenhuma dessas etapas é secreta, mas a maioria dos indeferimentos nasce exatamente nas duas primeiras, pesquisa e classe, porque exigem um olho treinado pra achar semelhança que não salta aos olhos à primeira vista. Pra ver o passo a passo completo antes de decidir, tem o guia de como fazer registro de marca em Londrina.
Londrina tem a UEL puxando negócio novo o ano inteiro, gente que nunca abriu CNPJ antes tentando emplacar produto ou serviço rápido, MEI incluso. Pra esse perfil, o tempo perdido lendo manual do INPI enquanto o concorrente já está vendendo costuma pesar mais do que o valor do honorário de uma agência. Já quem tem um projeto ainda em validação, sem pressa de lançar amanhã, tem mais folga pra aprender o sistema sozinho e economizar nessa etapa.
Se decidir tentar sozinho, comece pela pesquisa de viabilidade, e a Oneck faz essa parte de graça mesmo se você seguir o resto por conta própria. Em 20 anos de INPI e mais de 500 marcas registradas, o padrão que mais vemos é negócio que economiza justamente na pesquisa e descobre o custo real só depois, quando o indeferimento chega e a taxa já foi pro ralo. [Falar com a Oneck →]



