Curitiba

Taxas de registro de marcas em Curitiba: o que vem depois do certificado

14 de agosto de 20262 min de leitura
Taxas de registro de marcas em Curitiba: o que vem depois do certificado

As taxas de registro de marcas não terminam quando o certificado chega. Dez anos depois, a marca precisa ser renovada junto ao INPI, com uma nova taxa paga via GRU, sob pena de perder o registro se ninguém marcar essa data no calendário. Em Curitiba, quem trabalha com contrato de longo prazo sente esse horizonte de perto: dez anos é justamente o tipo de prazo comum em relações comerciais de peso.

Isso é o que o pilar da Oneck chama de custo contínuo da marca, diferente do que muita gente imagina ao pagar a taxa inicial: a taxa do pedido e a de concessão fecham o primeiro ciclo, mas a proteção tem prazo de validade, e renovar custa menos do que perder o direito ao nome e ter que registrar tudo de novo. O guia completo sobre quanto custa registrar marca em Curitiba detalha a divisão entre taxa e honorário no primeiro ciclo.

Por que dez anos pesa em Curitiba

O polo automotivo de São José dos Pinhais, com fábricas de Renault, Volkswagen/Audi e Volvo, sustenta centenas de fornecedores de autopeças (tier 1, 2 e 3) cujos contratos com montadora costumam se estender por anos a fio. Empresa nesse ciclo assina compromisso de longo prazo com o cliente e precisa fazer o mesmo com a própria marca, porque um registro que vence no meio do contrato é risco desnecessário pra quem já resolveu o resto.

Em 20+ anos de mercado e mais de 500 marcas registradas, a Oneck acompanha esse ciclo completo, do primeiro protocolo até a renovação decenal. Quer confirmar se a sua marca está com a data certa guardada, ou começar o registro agora do zero? A pesquisa de viabilidade no INPI é gratuita e evita pagar a taxa inteira de novo por um pedido indeferido. Falar com a Oneck →

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