Quem busca "registro de marcas e patentes valor" costuma estar atrás de um número só, mas o INPI trata as duas coisas como pedidos separados, com tabelas de taxa próprias. Marca protege nome e logotipo; patente protege invenção. Se a dúvida é sobre o nome do negócio em Curitiba, o valor que importa é o do registro de marca, não o de patente.
Essa confusão aparece bastante entre quem está lançando um produto novo: o instinto é pensar em "patentear a ideia" quando, na prática, o que precisa de proteção urgente é o nome. Pra entender como se soma taxa do INPI mais honorário no caso da marca, com a faixa de valor praticada no mercado, vale ler o artigo completo sobre custo de registro de marca em Curitiba.
Onde essa confusão aparece mais em Curitiba
O ecossistema de startups reunido no Vale do Pinhão, com espaços como o Pinhão Hub e o Worktiba (primeiro coworking público do Brasil, já com mais de 260 empresas passando por lá), é terreno fértil pra essa dúvida. Fundador que acabou de tirar um app do papel quer "proteger a ideia" e pensa logo em patente; só que patente de software é caso raro e específico, enquanto o nome da empresa, esse sim, precisa de registro de marca desde o primeiro dia de operação.
Se o produto envolver mesmo uma invenção técnica, aí sim entra a conversa sobre patente, com processo e valor próprios no INPI. Mas isso não substitui o registro do nome, são duas proteções diferentes, pra duas coisas diferentes.
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