Dos sete passos do registro de marca no INPI, dá pra fazer todos sozinho em Curitiba, o e-Marcas é aberto pra qualquer CPF ou CNPJ. O problema é que dois deles concentram quase todo o risco: a pesquisa de viabilidade e a definição da classe. Errar ali é a causa mais comum de indeferimento, e cada indeferimento manda pagar a taxa do INPI de novo, do zero, sem desconto pela segunda tentativa.
Os outros cinco passos, protocolo, exame formal, publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e concessão, são mais mecânicos: seguem prazo do próprio INPI e exigem acompanhamento, não interpretação. Quem faz esse trabalho todo dia sabe ler semelhança fonética e visual entre marcas e enquadrar atividade na classe certa de primeira, o que reduz a chance de indeferimento nos dois passos que doem mais no bolso. O guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba cobre as sete etapas com mais detalhe.
A Associação Comercial do Paraná, fundada em 1890 e sediada no Centro de Curitiba, orienta empreendedores em várias frentes, mas quem examina e concede o registro é só o INPI, nunca a entidade de classe. Numa cidade com 1,83 milhão de habitantes e mais de 130 mil empresas atuantes, a chance de esbarrar num nome parecido dentro da mesma classe é real, e é exatamente esse tipo de colisão que a etapa de pesquisa precisa pegar antes do protocolo, não depois. Quem tenta economizar pulando essa etapa costuma economizar pouco e pagar caro depois, com a taxa refeita do zero.
Em 20+ anos de mercado e mais de 500 marcas levadas do protocolo ao certificado, a Oneck já viu de perto onde o passo a passo costuma travar. A pesquisa de viabilidade é gratuita, esteja você no Centro de Curitiba ou em São José dos Pinhais. Falar com a Oneck →



