Registrar uma marca de roupa em Curitiba passa pelo mesmo e-Marcas do INPI que qualquer outro segmento, mas aqui a etapa que decide o resultado é a classe de Nice: confecção, comércio de vestuário e loja própria nem sempre cabem na mesma classe. Escolher errado é o motivo mais comum de indeferimento nesse tipo de negócio, aqui ou em qualquer cidade do país.
O processo tem sete passos, da pesquisa de viabilidade ao certificado com o símbolo ®, e para quem trabalha com roupa o cuidado extra fica em decidir quantas classes proteger: a classe 25 costuma cobrir o vestuário em si, mas quem também vende em loja própria, faz confecção sob encomenda ou monta franquia pode precisar de mais de uma. Ignorar essa etapa custa caro, porque cada indeferimento manda pagar a GRU de novo. O guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba detalha o passo a passo inteiro, do protocolo ao certificado.
O cenário local
Os serviços privados respondem por 66,5% do valor adicionado de Curitiba, pelos dados do IBGE de 2021. Numa economia assim, é comum a marca de roupa nascer do comércio: uma loja que revende outras grifes e, depois de um tempo, cria etiqueta própria. São duas proteções diferentes. O nome da loja, como serviço de venda, fica na classe 35 da Classificação de Nice; a peça com etiqueta própria fica na classe 25. A loja que registrou só a 35 e lança coleção com o mesmo nome entra num ramo onde outra empresa pode já ter pedido aquele nome. A Oneck é de Limeira, já atendeu clientes de Curitiba e trabalha com a cidade 100% online.
A pesquisa de viabilidade da Oneck é gratuita e mostra se o nome está livre na classe certa antes de você imprimir a primeira etiqueta. Sai mais barato descobrir isso agora do que pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento. Falar com a Oneck →