Registrar uma marca de roupa em Curitiba passa pelo mesmo e-Marcas do INPI que qualquer outro segmento, mas aqui a etapa que decide o resultado é a classe de Nice: confecção, comércio de vestuário e loja própria nem sempre cabem na mesma classe. Escolher errado é o motivo mais comum de indeferimento nesse tipo de negócio, aqui ou em qualquer cidade do país.
O processo tem sete passos, da pesquisa de viabilidade ao certificado com o símbolo ®, e para quem trabalha com roupa o cuidado extra fica em decidir quantas classes proteger: a classe 25 costuma cobrir o vestuário em si, mas quem também vende em loja própria, faz confecção sob encomenda ou monta franquia pode precisar de mais de uma. Ignorar essa etapa custa caro, porque cada indeferimento manda pagar a GRU de novo. O guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba detalha o passo a passo inteiro, do protocolo ao certificado.
O cenário local
Curitiba tem mais de 130 mil empresas atuantes, segundo o Cadastro Central de Empresas do IBGE, e o comércio varejista está entre os setores que mais sustentam esse número, ao lado dos serviços administrativos e da alimentação fora do lar. É terreno fértil pra uma grife nascer numa loja de bairro, virar e-commerce e depois franquia, cada fase mudando o que a marca precisa proteger. Quem lança coleção sem checar a classe certa costuma descobrir o problema tarde, com etiqueta impressa e ponto de venda fechado.
A pesquisa de viabilidade da Oneck é gratuita e mostra se o nome está livre na classe certa antes de você imprimir a primeira etiqueta. Sai mais barato descobrir isso agora do que pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento. Falar com a Oneck →



