A ordem certa é consultar primeiro, criar identidade visual depois, nunca o contrário. Quem já em Curitiba fechou logotipo, site e cartão de visita pra só então rodar a consulta de registro de marca no INPI costuma descobrir tarde demais que o nome colide com algo já registrado no seu ramo, e aí o prejuízo não é só a taxa: é todo o investimento em marca feito em cima de um nome que talvez nunca saia do papel.
A consulta em si é simples e gratuita, feita no sistema e-Marca do INPI, em gov.br/inpi. O ponto que a maioria ignora é fazer essa busca cedo o suficiente pra ainda dar tempo de trocar o nome sem custo, caso apareça algo parecido no mesmo ramo. Deixar a consulta pro fim do processo de criação de marca inverte a lógica: o nome devia nascer já validado, não ser validado depois de pronto. O guia completo de consulta de marca no INPI mostra como interpretar um resultado parecido e decidir se vale seguir ou trocar de rota.
Registro de marca, consulta em Curitiba: quem gasta antes de checar
O Vale do Pinhão, ecossistema de startups de Curitiba, tem no Worktiba um símbolo prático desse risco: o primeiro coworking público do Brasil já recebeu mais de 260 empresas em estágio inicial, muitas delas produzindo pitch deck, site e material de investidor antes de qualquer registro formal. Startup que expõe o nome num evento como o Data Science Summit ou numa rodada de captação está, ao mesmo tempo, expondo esse nome a quem pode registrar antes.
A Oneck atende Curitiba do mesmo jeito que atende qualquer cidade do Brasil, porque a base do INPI é uma só. Antes de fechar o briefing com o designer, manda o nome pra gente. A consulta é de graça, o resultado sai rápido, e é bem mais barato trocar um nome no papel do que refazer identidade visual inteira depois de um indeferimento que pagaria a taxa do INPI de novo. Falar com a Oneck →



