Curitiba

Como registrar uma marca em Curitiba: acertar a classe é o que decide o pedido

31 de agosto de 20262 min de leitura
Como registrar uma marca em Curitiba: acertar a classe é o que decide o pedido

Registrar uma marca em Curitiba passa pelas mesmas sete etapas de qualquer cidade do Brasil, mas a que mais derruba pedido é a segunda: enquadrar o negócio na classe certa da Classificação de Nice. Errar a classe vai muito além do detalhe burocrático: é o motivo mais comum de indeferimento, e cada indeferimento manda pagar a taxa do INPI de novo.

A classe define em qual mercado a sua marca está protegida. Uma empresa de autopeças e uma empresa de software podem ter nomes parecidos e conviver sem problema, porque disputam classes diferentes; duas empresas do mesmo setor com nomes parecidos, na mesma classe, é que colidem. O passo a passo completo, da pesquisa ao certificado, está no guia de como fazer registro de marca em Curitiba.

O cenário local: duas economias, duas famílias de classe

Curitiba concentra dois polos de negócio bem distintos dentro da mesma cidade. De um lado, o polo automotivo de São José dos Pinhais, com fábricas da Renault, da Volkswagen/Audi e da Volvo e centenas de fornecedores de autopeças, geralmente enquadrados em classes ligadas a veículos, peças e metalurgia. Do outro, o Vale do Pinhão, ecossistema de startups organizado em espaços como o Pinhão Hub, com negócios que caem em classes de software, tecnologia da informação e serviços digitais.

Um fornecedor tier 1 de autopeças e uma startup de software nunca vão disputar a mesma classe, mas cada um dentro do seu próprio setor tem uma vizinhança cheia de nomes parecidos, o que torna a escolha certa da classe ainda mais decisiva pra não esbarrar num concorrente direto.

A pesquisa de viabilidade, que já aponta a classe mais provável pro seu negócio, é gratuita. Descobrir isso antes do protocolo custa zero; descobrir depois de um indeferimento custa a taxa do INPI outra vez. Falar com a Oneck →

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