Fazer o registro de uma marca em Curitiba é mais simples do que parece: desde a reforma de setembro de 2025, a taxa do INPI não é mais paga em duas parcelas, é pagamento único no protocolo do pedido, R$ 440 por classe com desconto de 50% (MEI, ME/EPP, pessoa física, ICT ou entidade sem fins lucrativos) ou R$ 880 sem desconto (pessoa jurídica em geral), valor que já cobre exame, certificado e dez anos de proteção, sem cobrança extra depois de aprovado. Some a isso o honorário de quem conduz a pesquisa e a escolha da classe, cobrado no início do trabalho. Confira a tabela completa e a fonte oficial.
O que muda de pedido pra pedido não é mais o número de boletos, é o enquadramento: quem se enquadra como MEI, ME/EPP, pessoa física, ICT ou sem fins lucrativos paga metade, quem é baixa renda (CadÚnico) ou pessoa com deficiência não paga nada, e pessoa jurídica em geral paga o valor cheio. O honorário de quem conduz o processo fica parecido pra qualquer perfil, porque pesquisa de viabilidade malfeita ou classe errada ainda é o motivo mais comum de um pedido travar, reforma ou não.
Esse cuidado importa especialmente pra quem trabalha com prazo apertado, caso das startups do Vale do Pinhão, ecossistema que reúne espaços como o Pinhão Hub, inaugurado em 2024, e o Worktiba, primeiro coworking público do Brasil. Startup que já sabe que vai captar rodada de investimento ou expandir pra fora do Paraná faz melhor planejando a taxa dentro do fluxo de caixa desde o início, sem depender de mais de um boleto pra fechar a conta.
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