Não existe uma tabela de preço fechada "pra 2026". O valor da taxa do INPI é o que está publicado em gov.br/inpi no dia em que o pedido é protocolado, porque a tabela é atualizada com o tempo. Qualquer número datado de um ano específico, inclusive num texto como este, é a fotografia de um momento, não uma garantia válida pro ano inteiro.
O valor de registrar marca segue a mesma lógica em qualquer ano: taxa oficial do INPI, que muda conforme o perfil de quem pede (MEI, ME/EPP e pessoa física pagam menos), mais o honorário de quem cuida da pesquisa, da classe e do protocolo, que na Oneck fica entre R$ 1,8 mil e R$ 3,5 mil pro registro completo. O erro comum é confiar num número específico achado num artigo antigo: a tabela oficial muda, o texto não se atualiza sozinho, e o único jeito de ter certeza é confirmar direto em gov.br/inpi antes de pagar a GRU. O artigo completo sobre quanto custa registrar marca em Curitiba detalha cada peça dessa conta.
Em 2026, o INPI classifica os pedidos pela 13ª edição da Classificação de Nice, em vigor desde 1º de janeiro, e uma das inclusões fala direto com o setor de tecnologia de Curitiba: "inteligência artificial como serviço" virou item próprio da classe 42. Para a empresa de software que lança um assistente ou uma ferramenta com IA dentro de um produto já registrado, vale conferir se a especificação antiga cobre o serviço novo. Se não cobrir, a nova linha precisa de outro pedido, com a sua própria taxa, e convém colocar isso no orçamento do ano. A Oneck é de Limeira, já atendeu empresas de Curitiba e revisa especificações antes de qualquer guia.
Antes de fechar o orçamento do ano com um número solto de internet, vale confirmar o valor atualizado com quem acompanha a tabela do INPI de perto. A pesquisa de viabilidade é gratuita e mostra se o nome está livre agora, não numa tabela antiga; esperar só aumenta a chance de pagar a taxa de novo por indeferimento. Falar com a Oneck →