Marca e patente se consultam em bases separadas dentro do mesmo órgão, o INPI: marca de produto ou serviço vai no sistema e-Marcas, patente de invenção, modelo de utilidade ou desenho industrial vai no sistema de patentes do instituto, os dois acessíveis em gov.br/inpi. Não existe um único buscador que junte as duas coisas, e confundir esse ponto é comum numa cidade como Curitiba, onde convivem lado a lado uma indústria pesada acostumada a pensar em patente e um ecossistema de startups acostumado a pensar só em marca.
A regra prática ajuda a separar: nome, logotipo e identidade de empresa são sempre marca; mecanismo técnico novo, peça ou design de produto são patente ou desenho industrial, com exame mais longo e mais caro que o de marca. A maioria dos negócios de Curitiba só precisa mesmo de marca, e confundir os dois cedo faz gente perder tempo procurando proteção no sistema errado. O artigo completo sobre como consultar marca especificamente está em consulta de marca no INPI em Curitiba.
Marca ou patente: depende de qual lado de Curitiba você está
No polo automotivo de São José dos Pinhais, com fornecedores tier 1, 2 e 3 e fabricantes como New Holland e Caterpillar, é comum surgir de fato a dúvida sobre patente, quando o negócio desenvolve peça, processo ou equipamento próprio. Já no Vale do Pinhão, entre o Pinhão Hub e o Worktiba, o que quase sempre está em jogo é marca: nome do produto, nome da empresa, identidade que aparece no pitch e no site, raramente uma invenção patenteável de fato.
Antes de decidir qual caminho seguir, ou se o seu caso pede os dois, o primeiro passo é sempre a consulta, gratuita, direto na base oficial. A Oneck orienta quem está em Curitiba nessa consulta sem custo, dizendo com clareza se o seu caso é de marca, de patente ou dos dois, antes de qualquer taxa do INPI entrar em jogo. Falar com a Oneck →



