Fazer o registro de marca sozinho no INPI custa só a taxa oficial, sem honorário, e por isso parece a opção mais barata pra quem está começando em Curitiba. A conta muda quando o pedido erra a classe ou esbarra num nome parecido: aí a taxa é paga de novo, do zero, e o "sozinho" que economizou vira o caminho mais caro.
O e-Marcas do INPI é público, qualquer pessoa protocola sem intermediário, e a taxa é a mesma esteja o pedido nas mãos de um especialista ou não. O honorário paga a pesquisa de viabilidade e a escolha certa da classe, muito mais do que o preenchimento do formulário; são essas duas etapas onde a maioria dos pedidos feitos por conta própria tropeça. O artigo completo sobre quanto custa registrar marca em Curitiba detalha essa divisão entre taxa e honorário com mais calma.
Esse dilema aparece bastante em Curitiba porque a cidade cultiva uma cultura forte de fazer por conta própria: o Worktiba, primeiro coworking público do Brasil, já passou por mais de 260 empresas em estágio inicial, muitas delas acostumadas a resolver tudo internamente pra economizar caixa no começo. Faz sentido em quase tudo, menos no registro de marca, porque ali o erro não custa só tempo, custa a taxa inteira do INPI de novo.
Em 20 anos de mercado e mais de 500 marcas levadas do protocolo ao certificado, a Oneck já viu esse padrão se repetir tanto que virou o motivo do serviço existir: cobrar honorário pra acertar de primeira o que, feito sozinho e errado, sai caro duas vezes. A pesquisa de viabilidade é gratuita, é o primeiro passo antes de decidir se vale a pena ir sozinho ou não. Falar com a Oneck →



